sábado, 1 de agosto de 2009

Martinha... minha camélia...


Hoje fui visitar um pessoa muito especial...
Minha mestra , a pessoa que abriu o mundo da cerâmica para mim.
Uma doce senhorinha, miudinha, alegre e trabalhadeira...
A sua casa é daquelas que se quer entrar, tomar um chá... naquelas xícaras de "cristaleira"... uma mistura de casa de menina moça com casa de vovó.
Tudo ali é arrumadinho, organizado. O ateliê, um mino só... cheio de figuras coloridas.
Pena, esqueci a máquina, sem fotos... apenas da camélia que ela colheu no pátio para me dar...
Doce e delicada como ela, que tudo me ensinou sem nunca me cobrar nada , amizade... das mais puras!
Adoro você Martinha!

Oficinas .... bonecos de barro, de pano e de papel!


Ontem foi dia de comemorar... nossa primeira exposição do ano.
A alegria das crianças mostrando aos seus pais e amigos o fruto de seu trabalho.
Os olhos atentos, procurando na mesa e nas paredes ... obras suas...
A "faceirice" quando chamados de "artistas".... as poses para as fotos.
A alegria dos pais, os agradecimentos.
Uma etapa cumprida. Adoro minhas oficinas e sou a mais orgulhosa de todos....
Acho lindas as peças, as cores que eles escolhem.
As bonequinhas de pano... super enfeitadas... suas costurinhas meio frouxas...
Adoro tudo isso!

terça-feira, 28 de julho de 2009


Amores da vó!
Encerramos a temporada de aniversários...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Livros - Computador - Chimarrão e muito frio...

Há um bom tempo não me via assim: nesta "atmosfera" de estudo.
Livros, anotações, reflexões...
E, como quase tudo que venho fazendo na minha "maturidade" -afora, exercícios físicos- muito melhor...
Estudar nesta minha fase da vida tem sido bom... associações mais ricas, conclusões menos afoitas... menos preocupada em aprender, mais em "apreender".
Apenas, estou menos disciplinada com relação a horários... "viajo" e acabo me atrasando...
Mas tem sido uma agradável trajetória, especialmente nestes dias cinzentos de um inverno tão frio!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

As minhas avós...
Tenho três para lembrar... uma delas continua aqui!
Diferente da maioria das crianças que passa férias no interior na casa das avós, eu fazia o trajeto contrário...
Minhas avós moravam na capital... era para lá que eu ia nas minhas férias.
Minha bisa: Figurinha delicada, de lencinho no pescoço e "camafeu". De crochês de linha finíssima, da conversa paralela, da qual não participava - desde que me lembro, já estava surda- e especialmente da "reunião" em torno dela. Domingo era dia de D. Diva, quem estivesse na cidade passaria lá para o café da tarde: filhos, netos, bisnetos... e todos mais. Nunca lembro dela como a figura da velhinha solitária. Comentávamos isso eu e minha mãe, dia desses... Deste ritual, participávamos sempre que estávamos por lá.
E, se ia com minha vó -filha desta primeira- iámos de "táxi"... o que já era uma festa... Como era tudo nas férias na casa desta vó que se "modernizava". Sua casa era limpa, cheirosa, organizadíssima... cheia de coisas gostosas nos armários. Nada muito feito em casa, ela já não era mais uma mulher de fazenda que fazia marmelada em tacho de cobre. Era uma viúva, morando na capital... que sabia aproveitar as coisa boas da vida. Lembro das voltas das suas viagens, sempre cheia de presentes, das idas ao supermercado - maiores do que os que eu estava acostumada - dos chocolates, das laranjas na frente da tv.... dos tricôs, dos crochês, das costura.... essa "inteligência manual" - que adoro dizer que herdei dela. Do nariz torcido - que minha filha repete - quando não gostava das coisas. Até sua "resmunguisse" era engraçada. Foi uma participação eterna na minha vida... sempre por perto! Com ela, minha primeira viagem de avião, meu primeiro cigarro aceso em público. E minha primeira grande perda...
E, lá na capital, ainda tinha mais uma vó. Essa morava no nono andar... para mim que sempre morara "rés do chão" era o máximo... Aquele negócio de pegar elevador até para ir na padaria era novidade...
Da sua casa lembro de ser sempre ensolarada... com um vista lindíssima de telhados que me lembravam os romances de M. Delly - herdados da vó de cima. De comidas saborosas - isto está parcendo uma crônica gastronômica - dos almoços em que chegavam os filhos que trabalhavam no "centro"... lembrem, estamos na cidade grande. Do cálice de vinho do meu avô. Das colchas de crochê coloridas, confesso: até hoje sonho com uma....
E minha mãe... avó dos meus filhos, uma vó sempre presente, advogada de defesa eterna... eles sabem disso e prá lá correm quando a coisa aperta...
Acho que se tivesse que fazer uma síntese das minhas avós... seria Porto Alegre, essa que talvez nem exista mais: O Bom Fim... a Padaria Santa Izabel, a Redenção, a Francisco Ferrer... aquelas mercearias que vendem de tudo, nestas esquinas que só lá tem... uma venda de galinha viva em plena Ramiro Barcelos... Tudo isso pela mão da vó... apertada para atravessar as ruas, quando criança... depois sozinha... com amigos... e com meu menininho nos anos 80... Mas sempre com ela por perto...
E os avós?... esses fica para outro dia!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Bonequiando...


Bonequiando...
Ontem, com chuva e companhia.
Hoje, sozinha e com Sol.
Mas sempre a bonequiar. Nada me faz mais feliz...
Seja com barro... seja com panos...
Pedaços de tecido... cores e texturas...
Fios, cabelos, perninhas!
Caras... olhos e bocas...
Com as meninas... tudo isso e muito riso...
Sozinha... tudo isso e devaneios...

segunda-feira, 13 de julho de 2009


O inusitado!..
Segunda-feira pela manhã...
Numa destas escolas da vida!
Amei ver isso!!!!